Seja bem vindo ao meu escritrio virtual, meu nome Christiano Erick, tenho 25 anos e resido em Macei-AL.
Surgem ferramentas especializadas em encontrar informações de empresas em redes como Google, Facebook e Twitter – é o caso do serviço baseado em nuvem da SalesForce.
Daria para apostar que não há nenhum usuário da internet que pelo menos uma vez não digitou seu nome no Google para ver todas as referências relacionadas a ele. Com as empresas não é diferente. Há gente monitorando aquilo que se comenta – seja positivo ou negativo – para melhorar o seu negócio. Surgiram até, recentemente, empresas de marketing com foco em gerenciar sua reputação na web. Mas como será que isso é feito, levando em consideração a imensidão de caminhos na internet?
Cada empresa tem sua técnica, mas é no tradicional CRM que a SalesForce resolveu implementar uma ferramenta interessante de monitoramento. A companhia americana, que já havia anunciado um serviço de CRM baseado na computação em nuvem, ampliou sua atuação: além de escanear bancos de informações de Google, Yahoo! e Facebook, a ferramenta vai atrás do que estão falando sobre a empresa no Twitter.
A SalesForce vende o CRM em forma de software como service (SaaS, na sigla em inglês). A ferramenta verifica as inserções dos mais de 8 milhões de usuários da rede social. A partir da primeira notificação de algum dado sobre a empresa, o CRM passa a monitorar toda a conversa e armazena as informações num banco de dados, o que se torna um rico repositório de informações.
O peso das redes sociais
A grande vantagem das redes de relacionamento é que o tempo de resposta do usuário é bem menor do que o de uma ação de marketing tradicional, o que aumenta o tempo para eventuais correções. Por meio das redes sociais, é possível chegar a um público segmentado.
Estar nos principais sites de relacionamento da internet é fundamental para qualquer empresa que se preocupe em ter uma imagem de inovadora. Mas, além do monitoramento, é o preciso ter cuidado para não se queimar tomando decisões equivocadas. “O segredo é entrar na conversa da comunidade online de forma interessante. É importante permitir que a pessoa se exponha o quanto quiser”, afirma Emerson Calegaretti, diretor do MySpace Brasil.
A privacidade do usuário deve ser respeitada pelas empresas que gerenciam as redes sociais e pelas agências publicitárias e seus clientes. “É importante permitir que a pessoa se exponha o quanto quiser”, falou Callegareti. Na opinião de Fábio Boucinhas, diretor de produto do Yahoo!, as empresas devem se basear no comportamento dos usuários das comunidades online, mas não nas informações deles.
via Um detetive especialista em Twitter, Google e Facebook – INFO Professional.
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